ÊXITO MIDIA - UMA NOVA IDÉIA NO AR


14/07/2005


Conto

Caminhavam dois burros, um com uma carga de açúcar, outro com carga de esponjas. Dizia o primeiro: - Caminhemos com cuidado, porque, a estrada é perigosa. O outro falou: - Onde está o perigo? Basta andarmos pelo rastro dos que já hoje passaram por aqui. - Nem sempre é assim. Onde passa um, podem não passar outro. - Que burrice! Eu sei viver, gabo-me disso, e minha ciência toda se resume um só imitar o que os outros fazem. - Nem sempre é assim, nem sempre é assim... continuou a filosofar o primeiro. Nisto alcançaram o rio, cuja ponta caira na véspera. - E agora? - Agora é passar a vau. O burro do açúcar meteu-se na correnteza e, como a carga se ia dissolvendo ao contato da água, conseguiu sem dificuldade pôr os pés na margem oposta. O burro da esponja, fiél às idéias, pensou consigo: - "Se ele passoou, passarei também" - e lançou-se ao rio. Mas sua carga, em vez de esvair-se como a do primeiro, cresceu de peso a tal ponto que o pobre ficou ao fundo. - Bem dizia eu! Não basta querer imitar, é preciso poder imitiar - comentou o outro Monteiro Lobato

Categoria: MENSÁGENS/PROCURA-PESSOAS
Escrito por Gláydston Lira às 16h10
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13/07/2005


Amizade NET

Gostaria de fazer um comentário com relação à alguem muito especial que conhecí através da rede mundial, NET.

Trata-se da gatinha da foto, Cristina Pinheiro, a qual a conhecí numa sala de bate-papo.

Portanto, gostaria de dedicar esta primeira foto a esta gatinha, linda.

Beijos pra vc, paixão.

Gláydston Lira - 13.07.2005

Categoria: COLUNA SOCIAL
Escrito por Gláydston Lira às 20h32
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12/07/2005


Pai e o Filho

Era uma vez uma aldeia onte tinha um costume muito atrasado: quando uima pessoa envelhecia, ela era abandonada numa floresta sem agasalho e sem alimento, e ali ficava até morrer.

Por que as pessoas faziam aquela maldade? Ninguém sabe. Muitas vezes o povo não pensa. Vai fazendo aquilo a que está acostumado. As pessoas não descobrem que estão erradas.

Um dia, um filho foi levar seu velho pai para morrer na floresta. Chegando lá, o rapaz entregou um cobertor ao pai, dizendo:

- Tome, pai. Isto vai protegê-lo do frio.

O pai, triste e conformado, receb eu o cobertor. Pensou um pouco, rasgou-o ao meio e deu uma parte ao filhop:

- Esta parte do cobertor é para você se agasalhar quando ficar velho e seu filho o trouxer para morrer na floresta.

Aquelas palavras chocaram o rapaz. Ele ficou pensativo e, de repente, descobriu a maldade daquele costume. Aí decidiu:

- Meu pai, vamos de volta para casa. Desta vez vai ser diferente.

O v elho voltou para casa e viveu o resto de sua vida cercado pelo amor dos filhos e netos. E, desde aquele dia, esse costume foi abolido da aldeia.

Autor: (Luciana M.M.Passos)

Categoria: MENSÁGENS/PROCURA-PESSOAS
Escrito por Gláydston Lira às 19h00
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Histórico